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Nadur

Território feérico

Em meio ao bosque sagrado, ergue-se uma frondosa e única árvore de gigantesco caule e bela copa. É Nadur, a mãe das árvores ou o símbolo maior da natureza

Dessa árvore nascem seres alados muito pequenos, porém muito mágicos.

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Nadur

Dias, meses, anos e eras se passaram. O continente foi se formando a sua volta e somente ela pôde observar a passagem do tempo. Em meio ao bosque sagrado, ela ergue-se frondosa e única, com gigantesco caule e bela copa. É Nadur, a mãe das árvores ou o símbolo maior da natureza, segundo as escrituras élficas mais antigas. Diz-se que Nadur gerou os quatro elementos primordiais de suas flores, um em cada período do ano.

 

Dessas flores não surgiram frutos, mas as quatro deusas guardiãs do tempo e das estações.

 

A primeira flor se abriu na primavera e deu origem à Innis, que se desprendeu, caiu no rio e afundou.

 

A segunda flor se abriu no verão e deu origem à Teine, que se desprendeu, caiu sobre o solo seco e quente e incendiou.

A terceira flor se abriu no outono e deu origem à Aislin, que se desprendeu, caiu sobre o solo fresco e enraizou.

A quarta flor se abriu no inverno e deu origem à Brid, que se desprendeu, e foi levada pelo vento até o pico de uma montanha e voou.

 

Assim, água, fogo, terra e ar surgiram e geraram a vida como conhecemos hoje.

 

Após o ciclo de um ano, as flores de Nadur continuaram a se abrir continuamente, mas não geraram elementos, mas sim elementais, o povo feérico.

 

Um povo muito pequeno, alado e dotado de magia. Seu poder não vem da força física ou dos seus dotes mágicos, vem do respeito por nascerem da grande árvore geradora. Por isso, são respeitados e considerados divindades. Poucos se atrevem a mexer com um ser de Nadur. Conta-se que uma sociedade secreta de bruxas tentou usar um elemental de Nadur para aumentar seus poderes e desapareceu. Nenhum membro de tal sociedade secreta jamais foi visto novamente.  Muitos acreditam que essa história é só uma lenda para proteger esses seres tão pequenos. Porém, ninguém se arrisca a testar a fúria da natureza.

 

Os seres de Nadur são ágeis e rápidos, além de voarem longas distâncias com facilidade. Por esse motivo, são os emissários que levam e trazem as notícias dos fatos mais recentes. Também fazem a comunicação entre os diferentes povos, servindo como hábeis diplomatas na manutenção da paz entre as diferentes sociedades de Alba Etérea.

 

Alguns amam servir à harmonia do reino, outros amam somente serem os primeiros a saber de tudo o que acontece e os primeiros a espalhar as novidades.

 

Apesar de muito úteis na função de mensageiros, os nadur são o povo que mantém a floresta saudável. São essas criaturas pequenas as responsáveis pelos ciclos das plantas e a manutenção da flora de Alba Etérea. Engana-se quem pensa que os aislinianos cuidam disso. O povo aisliniano cuida de proteger a floresta de perigos externos.

 

Os nadur nascem somente da grande árvore mãe, mas habitam todo o continente. Eles constroem uma espécie de colmeia nas copas das árvores e vivem coletivamente em grandes grupos. A maior destas colmeias fica localizada na própria árvore mãe, a Nadur.

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Título 3

Filhos de Nadur

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Filhos de Nadur

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Uma porta ou um portal? A entrada para um outro mundo.

Comece sua jornada

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Nadur

Origem do povo alado, Nadur fica no centro do bosque sagrado da floresta de Aislin e abriga, sob suas raizes, a entrada para a cidade dos elfos da noite.

"Nadur protege três povos, três povos protegem Nadur"

Durante o período do outono, todo o povo aisliniano se reúne em volta da grande árvore mãe para o festival Foghar.

"Uma fada voando, ou uma folha outonal que se desprendeu e não quis pousar?"